A ACIL foi criada por um grupo de comerciantes, pequenos empresários e profissionais que apostaram na união como caminho para a solução de problemas do então recém-criado município de Londrina. No dia 5 de junho de 1937, assinaram a ata de fundação da entidade. Londrina era emergente, com sua terra fértil, mas a precariedade dominava o cenário urbano e rural. O que os criadores da Associação Comercial e Industrial de Londrina pretendiam era ter uma associação forte, que desse vazão às necessidades da comunidade. O ideário da ACIL, formatado na década de 1930, se mantém, a despeito das mudanças intensas ocorridas desde então.
A entidade é hoje uma moderna organização de classe, focada no atendimento das necessidades de seus associados e também no trabalho pela implantação no município de um modelo de desenvolvimento sustentável. Mantém um setor específico de mercado internacional, em parceira com agência Terra Roxa Investimentos, organização público-privada criada para a promoção do desenvolvimento regional integrado.
Coube à ACIL o papel de organizadora, junto com um grupo de entidades locais, de duas edições do Caminho do Exportador, evento promovido pelo Governo Federal para disseminar a cultura exportadora entre pequenas e médias empresas brasileiras.
Tem ainda uma forte participação comunitária, em ações de interesse geral e no apoio de projetos de responsabilidade social. Está na ACIL o mais respeitado e confiável serviço de proteção às vendas, o SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito.
A primeira luta da então ACL foi pela ampliação no número de vagões disponíveis para escoar a produção do município e vizinhanças. A terra produzia muito e os trens tinham pouca capacidade. Reivindicação atendida.
Outra batalha nos primeiros anos foi pela ponte sobre o Rio Tibagi, que não contava com a simpatia do governador-interventor, totalmente voltado para Curitiba e o Sul do Estado. Depois de muita articulação e vigília, a ponte foi construída.
Em todas as situações, a ACIL atuou com independência em relação aos poderes públicos. Não fosse assim, não teria a força que lhe foi conferida pela comunidade em questões que muitas vezes extrapolam o meio empresarial. Foi assim desde os primeiros dias. É assim até hoje.
A atual diretoria segue uma linha de trabalho implementada nas últimas gestões. Internamente, modernizar a estrutura da entidade. Com os associados, defender os direitos e interesses da classe empresarial (não somente dos associados); ampliar e aprimorar os serviços destinados a proteger e desenvolver as empresas. Com a comunidade, liderar ou participar de todas as iniciativas voltadas ao desenvolvimento local e regional, ao fortalecimento da economia, à qualidade de vida e aos interesses comunitários.
Como entidade-cidadã, a ACIL também cumpre seu papel diante de questões importantes, mesmo que polêmicas, envolvendo a política, a economia e as administrações públicas. É uma crítica sistemática da proliferação dos camelódromos em Londrina, dos problemas estruturais da área central e da falta de flexibilidade nos horários do comércio. As críticas, aliás, têm como base unicamente fatos concretos vividos pelos empresários e pela comunidade. Jamais comportam qualquer interferência de interesses políticos de pessoas ou partidos.







